Estudo sobre a

Transformação Digital
no Negócio

Edição 2018
Impacting Digital
Empowering Transformation

O Estudo

O estudo “​Transformação Digital no Negócio​” visa dar a conhecer o nível de transformação digital das empresas portuguesas, em que o contexto c​ultural​ e os aspetos mais ​técnicos​ foram avaliados pormenorizadamente.
Estes dois tópicos serviram de mote para a atribuição de uma ponderação, que mediante o setor em que cada empresa se inseria, estes eram calculados de forma individual.

No final, atribuímos a cada uma das empresas participantes o seu coeficiente de transformação digital, no qual foram estabelecidos cinco patamares. O ​inicial,​ o de ​definição,​ o patamar a​tivo​, o de desenvolvimento e, por fim, o ​avançado.​
De salientar que as respostas ao estudo foram recolhidas por meio de um chatbot que após serem enviados e-mails aos inquiridos, as respostas eram registadas através do mesmo.

0 < 1

PATAMAR INICIAL

A empresa está ainda numa fase embrionária no digital.

1 < 2

PATAMAR DE DEFINIÇÃO

A empresa está a dar os primeiros passos na integração do digital.

2 < 3

PATAMAR ATIVO

A empresa tem planos para avançar no digital.

3 < 4

PATAMAR DE DESENVOLVIMENTO

A empresa já desenvolve negócio no digital.

4 < 5

PATAMAR AVANÇADO

A empresa assenta a sua atividade no digital.

Amostragem

O levantamento e análise dos resultados foram conduzidos pela Impacting Digital, consultora especializada em Transformação Digital. Para o presente estudo, foram inquiridos diretores e administradores com um poder de decisão elevado nas empresas.

Endereçamos o
inquérito a mais de

500 empresas

em Portugal.

  • Tecnologia | 25,6%
  • Automóveis e Transportes | 14,3%
  • Distribuição | 8,6%
  • Saúde e Farmácia | 8,6%
  • Indústria | 8,6%
  • Retalho | 8,6%
  • Bancas, Financeiras e Seguros | 5,7%
  • Telecom e Media | 5,7%
  • Setor Público | 5,7%
  • Educação | 5,7%
  • Construção | 2,9%

Coeficiente Global

A média global de Transformação Digital nas empresas portuguesas é de 3.48 pts inserindo-se assim no patamar de desenvolvimento. Este número revela que a tecnologia se tem tornado um dos principais condutores das mudanças nas empresas portuguesas, assistindo-se a uma transformação naquilo que são os conhecimentos técnicos dos seus profissionais e na disponibilização de ferramentas para atender às necessidades dos seus clientes.

Para que a análise ao nível de transformação digital esteja de acordo com a realidade das empresas portuguesas, as questões estão fracionadas em dois tópicos, sendo que o primeiro diz respeito à análise cultural​ da empresa.

0 < 1

PATAMAR
INICIAL

1 < 2

PATAMAR DE
DEFINIÇÃO

2 < 3

PATAMAR
ATIVO

3 < 4

PATAMAR DE
DESENVOLVIMENTO

4 < 5

PATAMAR
AVANÇADO

Coeficiente Cultural

O perfil cultural das empresas portuguesas é de 3​.52​ pts, o que revela uma posição média face à forma como os líderes das empresas portuguesas olham para a transformação digital no seu negócio. Perceber se os diretores com maior poder de decisão nas empresas intervêm, compartilham, analisam e estipulam metas no seu processo digital tornou-se fundamental para uma análise mais clara e objetiva deste tema.

0 < 1

PATAMAR
INICIAL

1 < 2

PATAMAR DE
DEFINIÇÃO

2 < 3

PATAMAR
ATIVO

3 < 4

PATAMAR DE
DESENVOLVIMENTO

4 < 5

PATAMAR
AVANÇADO

Expanda para saber mais…

68,5% das empresas garante que já tem resultados e estão satisfeitas, sendo que ainda cerca de um quarto delas (14,3%) afirma já existir investimento, contudo não se traduz em negócio.

1 - Nada Mas tem potencial - 8,6%
2 - Pouco, quero melhorar - 8,6%
3 - Há investimento mas ainda não é negócio - 14,3 %
4 - Já tenho resultados, estou satisfeito - 68,5%
4.29 pts

+ Bancas, Financeiras e Seguros | 5 pts
Distribuição | 2.5 pts

Quando o tema recai sobre o compromisso do Administrador/CEO, 48,6% das empresas garante que os seus líderes estão comprometidos a 100% com a estratégia digital planeada.

0 - 0%
1 - 0%
2 - 0%
3 - 22,9%
4 - 28,5%
5 - 48,6%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

4.26 pts

+ Tecnologia | 4.55 pts
Construção | 3.00 pts

74,2% das empresas portuguesas crê que o nível de compreensão relativo ao impacto do uso de tecnologias dentro do seu setor é Muito considerável e Total.

0 - 0%
1 - 0%
2 - 0%
3 - 25,8%
4 - 37,1%
5 - 37,1%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

4.11 pts

+ Tecnologia | 4.88 pts
 Construção | 3.00 pts

A responsabilidade máxima pela tomada de decisão relativamente à aposta em estratégias é maioritariamente (80%) do Administrador/CEO da empresa, e cerca de 14% das empresas portuguesas escolhem a Direção de Marketing ou Direção Comercial para tomar este tipo de decisões. Por sua vez, a Direção de Tecnologia e Informação tem o poder de decisão mais baixo (6%).

1 - Administrador / CEO - 80%
2 - Direção de Marketing / Comercial - 14%
3 - Direção de TI - 6%

Quando perguntamos quem executa os projetos digitais e dadas as opções de múltipla escolha, o departamento de marketing (31,4%) não é a primeira opção, passando essa tarefa a outro departamento ou equipa (34,3%). Por outro lado, a contratação de serviços outsourcing ​usufrui de algum relevo (22,9%), sendo que uma minoria afirma ainda não haver projetos digitais a decorrer (11,4%).

1 - O Departamento de Marketing - 31,42%
2 - Outro departamento ou equipa - 34,29%
3 - Contratamos serviços outsourcing - 22,86%
4 - Não temos projetos digitais a decorrer - 11,43%
3.40 pts

+ Distribuição | 4.58 pts
 Bancas, Financeiras e Seguros | 3.00 pts

Apenas cerca de 23% das empresas portuguesas dispõem de todas as competências necessárias para pôr em prática uma estratégia digital e 2,9% refere não ter qualquer condição para colocar em prática estratégias de transformação digital.

0 - 0%
1 - 2,9%
2 - 5,7%
3 - 31,4%
4 - 37,1%
5 - 22,9%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

4.71 pts

+ Telecom e Media | 4.50 pts
 Retalho | 3.00 pts

A visão digital da empresa não é totalmente compartilhada por todos os colaboradores sendo que 42,9% das respostas correspondem a empresas que reconhecem estar no nível 3. No que toca às empresas que não se preocupam nada em partilhar a estratégia por toda a equipa, estamos perante uma inferioridade (8,5%).

0 - 0%
1 - 0%
2 - 8,5%
3 - 42,9%
4 - 25,7%
5 - 22,9%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

3.63 pts

+ Educação | 5.00 pts
 Distribuição | 2.66 pts

Mais de metade das respostas (57%) dizem respeito às empresas portuguesas que acompanham as estratégias digitais implementadas de modo a que estas sejam melhoradas. Já cerca de 8% revela haver pouco cuidado na supervisão e acompanhamento dos dados recolhidos.

0 - 0%
1 - 2,9%
2 - 5,6%
3 - 34,3%
4 - 25,7%
5 - 22,9%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

3.74 pts

+ Saúde e Farmácia | 4.66 pts
 Distribuição | 2.67 pts

Coeficiente Tecnológico

O desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que avaliamos neste tópico são aquelas que permitem às empresas automatizar processos, relações externas ou internas, com o objetivo de perceber o bom funcionamento da empresa e o seu modelo de negócio.

O perfil técnico da generalidade das empresas portuguesas é de 3.11 pts, o que demonstra uma posição média face à forma como as empresas atuam e olham para a transformação digital no negócio.

0 < 1

PATAMAR
INICIAL

1 < 2

PATAMAR DE
DEFINIÇÃO

2 < 3

PATAMAR
ATIVO

3 < 4

PATAMAR DE
DESENVOLVIMENTO

4 < 5

PATAMAR
AVANÇADO

Expanda para saber mais…

Em relação à utilização de cloud services com intuito de controlar a cadeia de valor das empresas portuguesas, estas revelam que é uma solução pouco implementada, sendo que somente 25,7% das respostas dizem respeito às empresas que consideram usá-la totalmente.

0 - 2,90%
1 - 2,9%
2 - 8,5%
3 - 34,3%
4 - 25,7%
5 - 25,7%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

3.54 pts

+ Indústria | 4.70 pts
 Distribuição | 2.00 pts

Inquiridos sobre a frequência de utilização de algum software para a análise de dados (recolha, armazenamento e interpretação), a maioria afirma existir um uso frequente (40%), já 22,9% das respostas mostram ser uma ferramenta pouco implementada e 5,7% representam as respostas onde não existe nenhuma utilização.

0 - 5,7%
1 - 5,7%
2 - 5,7%
3 - 22,9%
4 - 20%
5 - 40%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

3.52 pts

+ Setor Público | 4.50 pts
 Retalho | 2.00 pts

A maioria (74,3%) diz ter os serviços ou produtos conectados e em tempo real, contudo, quando acrescentamos a esta pergunta a existência de inteligência interligada, a percentagem de resposta diminui consideravelmente (22,9%).

1 - Os produtos e/ou serviços não estão conectados - 2,9%
2 - Os produtos e/ou serviços estão conectados e disponíveis em tempo real - 74,3%
3 - Os produtos e/ou serviços estão conectados e possuem inteligência interligada - 22,9%.
3.52 pts

+ Setor Público | 4.33 pts
 Retalho | 2.55 pts

No que toca à gestão das redes sociais e ao uso das mesmas para fins comerciais, a sua grande maioria responde positivamente (60%) sendo curioso que cerca de 17% das respostas nos indiquem que apesar de existir presença (ou não), não existe negócio.

0 - 8,6%
1 - 8,6%
2 - 0%
3 - 22,9%
4 - 28,6%
5 - 31,4%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

3.49 pts

+ Retalho | 4.67 pts
 Distribuição | 1.33 pts

No que diz respeito à utilidade de uma APP, as respostas das empresas portuguesas dividem-se por todos os níveis de importância, ainda assim, a maior percentagem de respostas (25,7%) indica que esta é uma ferramenta “Nada importante”, ao passo que 14,3% representam a baixa implementação desta ferramenta e 22,9% considera uma peça totalmente útil.

0 - 25,7%
1 - 11,4%
2 - 8,6%
3 - 14,3%
4 - 17,1%
5 - 22,9%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

2.54 pts

+ Saúde e Farmácia | 4.66 pts
 Telecom e Media | 0.50 pts

A tendência do uso de dispositivos móveis tem vindo a aumentar, pelo que as respostas comprovam esta orientação, sendo cerca de 43% as empresas a confirmar totalmente este cuidado, já 22,9% afirma estar pouco implementada e apenas 2,9% nada implementada.

0 - 2,9%
1 - 8,6%
2 - 5,7%
3 - 22,9%
4 - 17,1%
5 - 42,9%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

3.71 pts

+ Tecnologia | 4.33 pts
 Construção | 2.00 pts

A moeda virtual é sem dúvida a ferramenta digital menos utilizada nas empresas portuguesas, reunindo cerca de 70% das respostas de cariz negativo.

0 - 68,6%
1 - 14,3%
2 - 2,9%
4 - 11,4%
3 - 0%
5 - 2,9%

* Classificação de 0 a 5, sendo que 0 significa Nenhum/Nada e 5 Totalmente/Absoluto

0.69 pts

+ Setor Público | 3.00 pts
 Bancas, Financeiras e Seguros | 0.00 pts

Tipologia de Negócio

Durante o estudo, fomos traçando o perfil digital dos negócios através das respostas facultadas pelos diretores ou administradores contactados.

Desta forma, foram avaliados três tipos de empresas. As que trabalham diretamente com o consumidor final no seu ponto de venda (B2C), aquelas que trabalham com outras empresas (B2B) e ainda aquelas que em que a sua tipologia se encaixa em ambas as formas (B2C e B2B).

Expanda para saber mais…

Coeficiente
Global

3.35 pts

+ Tecnologia | 3.81 pts
Retalho | 3.24 pts

Coeficiente
Cultural

3.56 pts

+ Indústria | 4.95 pts
Setor Público | 3.39 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.19 pts

+ Setor Público | 3.62 pts
Retalho | 2.84 pts

Coeficiente
Global

3.30 pts

+ Educação | 3.93 pts
Distribuição | 2.69 pts

Coeficiente
Cultural

3.97 pts

+ Indústria | 4.95 pts
Setor Público | 3.39 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.03 pts

+ Educação | 3.65 pts
Distribuição | 2.08 pts

Coeficiente
Global

3.37 pts

+ Educação | 3.93 pts
Construção | 3.05 pts

Coeficiente
Cultural

4.09 pts

+ Indústria | 4.95 pts
Construção | 3.39 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.06 pts

+ Educação | 3.65 pts
Telecom e Media | 2.70 pts

Setores de Atividade

A Transformação Digital é transversal a qualquer setor de atividade, estando presente no dia-a dia de qualquer empresa. Assim sendo, é fundamental entender a especificidade de cada um deles para que essa nova (ou habitual) realidade se concilie com o modelo de negócio.

Neste sentido, a amostra de setores de atividade presente neste estudo faz com que seja percetível o estado atual destes setores no contexto global, cultural e tecnológico.

Expanda para saber mais…

Coeficiente
Global

3.54 pts

Coeficiente
Cultural

4.00 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.08 pts

Coeficiente
Global

3.35 pts

Coeficiente
Cultural

4.00 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.70 pts

Coeficiente
Global

3.81 pts

Coeficiente
Cultural

3.41 pts

Coeficiente
Tecnológico

4.22 pts

Coeficiente
Global

3.23 pts

Coeficiente
Cultural

3.74 pts

Coeficiente
Tecnológico

2.72 pts

Coeficiente
Global

3.70 pts

Coeficiente
Cultural

4.21 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.19 pts

Coeficiente
Global

3.93 pts

Coeficiente
Cultural

4.21 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.65 pts

Coeficiente
Global

3.57 pts

Coeficiente
Cultural

4.09 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.05 pts

Coeficiente
Global

3.24 pts

Coeficiente
Cultural

3.63 pts

Coeficiente
Tecnológico

2.84 pts

Coeficiente
Global

3.51 pts

Coeficiente
Cultural

3.62 pts

Coeficiente
Tecnológico

3.39 pts

Coeficiente
Global

3.05 pts

Coeficiente
Cultural

3.39 pts

Coeficiente
Tecnológico

2.71 pts

Coeficiente
Global

2.69 pts

Coeficiente
Cultural

3.29 pts

Coeficiente
Tecnológico

2.07 pts

Principais Conclusões

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As empresas portuguesas estão a preparar-se para a transformação digital no negócio.

A realização deste estudo permite concluir inicialmente, que as empresas portuguesas estão culturalmente melhor preparadas para o avanço de uma transformação digital do que tecnologicamente aptas. Isto é, apesar de apresentarem valores sólidos em termos de planeamento digital e consolidação daquilo que são as vantagens da transformação digital, estão menos bem preparadas relativamente aos processos, procedimentos e plataformas que utilizam.

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As empresas portuguesas estão preocupadas com a experiência do utilizador.

As empresas portuguesas têm mais cuidado em otimizar o seu website para qualquer plataforma de navegação online do que na criação de uma APP. Neste sentido, as empresas com a tipologia de negócio B2C são aquelas que apresentam uma maior preocupação em ter um website otimizado e desenvolvido em qualquer plataforma para uma melhor experiência do se utilizador.

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O setor da distribuição não apresenta índices positivos de transformação digital.

O setor da distribuição, quer culturalmente como também tecnologicamente é aquele que apresenta menor estabilidade no processo de transformação digital.

No que toca ao setor da distribuição em Portugal, o consumidor não tem ainda o hábito de comprar online. Será isto que justifica uma ponderação tão reduzida e que faça com que o setor não veja futuro no digital?

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O setor da Educação é o mais bem preparado para uma transformação digital.

O setor da Educação foi aquele que maiores níveis obteve na maior parte dos indicadores culturais e tecnológicos, o que revela um conhecimento aprofundado das ferramentas e das suas potencialidades e aplicabilidades.

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As redes sociais já são olhadas como negócio.

O mindset dos diretores e administradores de empresas do setor da educação apresentam os níveis mais altos de orientação do seu negócio para a utilização das redes sociais. Ao mesmo tempo, exibem resultados máximos na utilização de softwares para trabalhar análise dos dados obtidos.

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Existe desconfiança perante as Criptomoedas.

Quanto ao uso de moedas digitais para contratação de serviços externos, apenas os diretores e administradores de empresas do setor público consideram, com pouca expressão, a sua utilização.

Tendo em conta o nível elevado que este setor obtém ao nível do compromisso da direção na estratégia digital, podemos afirmar que são os diretores e administradores que têm um maior uso desta nova tecnologia?

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O outsourcing é uma solução para as empresas portuguesas.

Apesar dos diretores das empresas portuguesas afirmarem terem dentro de portas as competências necessárias para colocar em marcha uma estratégia de transformação digital no seu negócio, revelam ao mesmo tempo, a necessidade em contratar serviços outsourcing para executar estas ideias.

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Os negócios B2C têm um nível de transformação digital mais elevado que os B2B.

As empresas com a tipologia de negócio B2B, são as que têm um nível de transformação digital mais baixo, contrastando com as empresas que trabalham B2C e B2B em uníssono. Por outro lado e de forma natural, as empresas com a faturação acima dos 50M por ano são aquelas que obtém melhor pontuação digital.

Quem somos?

Uma consultora que potencia o desenvolvimento do negócio das empresas com que colaboramos através da definição e aplicação de estratégias de transformação digital.

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