Executivos portugueses dão preferência ao Facebook em detrimento do LinkedIn – Estudo realizado pela Impacting Digital

categoria

Negócio Digital

autor

Javier Molina

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B2B

Numa era cada vez mais digital, em que a informação se consome cada vez mais através de meios online, deixando de lado o hábito de acesso aos meios mais tradicionais, a Impacting Digital, consultora especialista em transformação digital, desenvolveu um estudo que prova a crescente influência das redes sociais no acesso à informação online por parte dos executivos de empresas em Portugal.

Quais as redes sociais que utilizam com mais frequência e com que objetivos? Quanto tempo dedicam diariamente ao consumo de informação nas redes sociais? Ou, em que altura do dia é mais comum consumirem informação nas redes sociais? Foram algumas das questões que a Impacting Digital se propôs a esclarecer com a realização do estudo “Hábitos de Consumo de Informação Online de C-Levels em Portugal”. Tenha acesso aqui ao estudo completo

 

Principais conclusões

 

Será o Facebook a rede social mais indicada para contactar com executivos de empresas em Portugal?

O Facebook é, pelo menos, a mais utilizada por este público, seguida pelo LinkedIn e pelo Instagram. A rede social de Zuckerberg reúne a preferência de 47% dos inquiridos, enquanto que o LinkedIn e o Instagram apenas a de 28% e 11%, respetivamente.

Estes dados permitem-nos chegar a duas conclusões até então pouco expectáveis:

  • O Facebook é um bom ponto de contacto com os executivos de empresas em Portugal;
  • O LinkedIn parece estar mais direcionado para profissionais de recursos humanos, nomeadamente recrutadores.

Em conformidade com a informação veiculada por um estudo publicado pelo The Financial Times em parceria com a consultora Alpha Grid, o Facebook e o LinkedIn são, de facto, algumas das redes mais utilizadas por business decision makers em todo o mundo para consumir informação online, apesar de serem utilizadas com objetivos distintos.

Através do Facebook acedem a informação do foro generalista, enquanto que através do LinkedIn o foco centra-se em informação especializada, corporativa, e relações de networking.

Porém, ainda no âmbito deste estudo, o Youtube, o Twitter e o WhatsApp surgem, cada vez mais, como key drivers para consumo de informação – redes estas que têm pouca expressão entre os executivos portugueses.

 

Executivos portugueses procuram por notícias nas redes sociais

Podemos afirmar que as redes sociais funcionam como um meio fornecedor de conteúdo noticioso para executivos portugueses. 38% dos inquiridos diz consumir via redes sociais, sobretudo, notícias enquanto que, e contrariando o padrão, 30% dá preferência ao conteúdo de entretenimento.

Apontam-se ainda conteúdos relacionados com tendências a nível profissional, conteúdos de ordem técnica, aplicações e páginas pessoais.

 

Informação relevante tende a ser partilhada

Quanto à forma como consomem informação, a maioria (68%) admite que partilha informação que considera relevante. Contudo, e desta maioria, apenas 52% o faz de forma pública, sendo que 48% prefere partilhar e comentar de forma privada, via chat ou mesmo via e-mail.

Isto porque, dado o cargo de responsabilidade que ocupam no seio das empresas que representam, que exige, na maior parte dos casos, um perfil de discrição e contenção, a estratégia é fazer curadoria dos conteúdos que partilham publicamente nas suas páginas.

 

Executivos portugueses apenas dedicam 30m do seu dia às redes sociais

Relativamente ao tempo que, em média, dedicam diariamente ao consumo de informação via redes sociais, exatamente a metade dos inquiridos (50%) assume que o faz cerca de 30 minutos por dia. Apenas 4% refere que investe mais de duas horas diárias.

Dados estes que nos fazem repensar a rentabilidade de comunicar para este público via redes sociais.

 

O acesso à informação é feito, preferencialmente, de manhã e à noite

De extremos, a manhã e a noite são os períodos em que mais atividade existe, apontando a hora de almoço, a tarde e a hora de jantar como as alturas em que menos acedem às redes sociais.

Portanto, se repensarmos a rentabilidade de comunicar para executivos portugueses via redes sociais, e tendo em conta este último dado, concluímos que tudo depende do timing em que o fizermos.

 

Sobre o estudo

 

Hábitos de consumo de informação online de C-Levels em Portugal” é um estudo realizado pela Impacting Digital com o objetivo de conhecer os interesses e perceber os hábitos dos executivos portugueses face à forma como consultam a informação online.


Tenha acesso ao estudo completo sobre Hábitos de Consumo de Informação Online de C-Levels em Portugal.